janeiro 18, 2009

Domingo de Inverno

Hoje é domingo! Um verdadeiro Domingo de Inverno!
Cinzento, Chuvoso e Triste.
Abro o correio e vejo que tenho e-mail da minha prima Márcia, do Brasil.
A notícia é triste, como triste é o dia.
Bernardo, nosso primo de 26 anos, partiu!
Viajava do Rio, para a Bahia e, na estrada de Espírito Santo, teve um acidente.
E Morreu! Aos 26 anos!
É difícil aceitar a morte. E muito duro viver com ela por perto.
Mas, infelizmente, mais cedo ou mais tarde, todos nós privaremos com ela.
A Márcia, nos últimos meses, tem convivido com ela de forma muito próxima.
Foi o tio, o pai, o primo.
O Pai dela, meu Padrinho, o que me levou à igreja de S. Francisco Xavier, lá na Tijuca, para eu receber o Baptismo.
Um BOM Homem, que partiu de Portugal, para o Brasil e, por lá ficou, para sempre.
E, por lá andou, durante mais de 50 anos, sem regressar ao seu País.
As pessoas partem e as saudades ficam.
É triste viver essas ausências.
Restam-nos as lembranças e as recordações dos que partiram.
Os momentos que passamos com eles.
Os Encontros.
Como diz a Márcia "a vida passa rápido, temos que dar mais valor aos encontros, dar mais valor a amizades que valem a pena".
A Márcia tem razão!
Na verdade, são os encontros que fazem com que a vida valha a pena!

3 comentários:

Vocas disse...

A morte nunca será aceite...nunca estamos preparados para ela, por muito que achemos que sim...ainda mais quando leva alguém com a vida ainda toda pela frente...
É verdade que temos que valorizar cada vez mais os encontros, ou melhor, temos que os promover, em vez de vivermos nas correrias dos nossos dias como se fossemos eternos e os encontros pudessem sempre ficar para depois...
Mas na verdade,a morte não é assim tão definitiva...as pessoas permanecem em nós...eternamente.

DOCETERE disse...

Mirei e gostei do que escreveu. Bjs
Boa semana de papelada e apenas processos q.b.

direitinho disse...

É verdade todos temos essa viagem final. Não sabemos quando nem como.
A partida dos nossos custa muito e nem o tempo os conseguirá apagar da memória.
O seu conselho é perfeito.
Viver cada dia como se fosse o último e relacionando-nos o melhor possivel com todos. Aproveitando a amizade que temos dos nossos amigos e a sua companhia enquanto isso é possivel.
Para terminar desejo-lhe um pouco de coragem para superar todo o desgosto da partida.